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segunda-feira, 11 de maio de 2015

MOVIMENTO ORLA LIVRE: Dossiê entregue ao Ministério Público comprova irregularidades na apropriação da Travessa Félix Rocque.

A Travessa Félix Rocque, outrora Travessa da Rosa, da Residência e da Vigia, atravessando séculos nos registros cartográficos de Belém, livre e desimpedida até às margens da Baía do Guajará.

Reproduzimos abaixo, o documento que as entidades que formam o MOVIMENTO ORLA LIVRE (ASAPAM, AAPBEL, CIVVIVA, ARQPEP, LACORE/UFPA, Fórum LandiObservatório Social de Belém) entregaram ao Ministério Público no último dia 05 de maio, no qual exigem a demolição da obra da Empresa de Praticagem do Pará, que está sendo construída irregularmente sobre o leito da  Travessa Félix Rocque, uma das primeiras ruas de Belém. Na farta documentação que compõe os processos de autorização da obra, se constata o erro dos órgãos que licenciaram a obra e por outro lado, no próprio inquérito administrativo aberto pela Promotoria de Meio de Ambiente a partir de denúncia acolhida, se observa também o não cumprimento das determinações feitas pelo Promotor Raimundo Moraes, por parte dos proprietários, que contaram com a omissão e falta de fiscalização dos órgãos públicos para prosseguir com sua obra irregular. Além da análise da documentação relativa ao processo de autorização da obra e inquérito administrativo do Ministério Público Estadual, o MOVIMENTO ORLA LIVRE faz o resgate histórico e documental do traçado do núcleo urbano que deu origem à cidade de Belém, revelando assim o grave crime contra o Patrimônio tombado a nível municipal e federal que representa a continuidade dessa obra.   

Ofício nº 001/2015

Belém, 05 de maio de 2015.

Ao Exmo. Sr.
RAIMUNDO DE JESUS COELHO DE MORAES
3º PROMOTOR DE JUSTIÇA

Excelentíssimo Promotor,

Diante dos desdobramentos da construção irregular na Rua Siqueira Mendes, nº 58, esquina com a Tv. Felix Rocque, fundos para a baia do Guajará, que tramita no âmbito dessa Promotoria e que teve sua determinação de desobstrução da via, não atendida, permanecendo desalinhada a obra em relação ao alinhamento do terreno e portanto, continuado a ilegal invasão da referida via, que também não teve a ação reparatória, delegada à SEURB, vimos por meio deste, prestar nossa contribuição, como cidadãos, no sentido de auxiliar essa Promotoria, para que a situação seja revertida em prol dos reais e mais do que legítimos interesses da sociedade.

Organizamos um relato detalhado, com base documental, que corroboram a assertividade da decisão dessa Promotoria, em determinar o realinhamento do projeto, com base na conclusão da SEURB, sobre o correto alinhamento do terreno, o que foi confirmado também, mais recentemente, por manifestação da Secretaria de Patrimônio da União, que reconhece que a construção acarreta de fato a obstrução da via.

A SPU é taxativa em ofício nº 284/2015, de 15 de abril de 2015, dirigido à SEURB, quando afirma que a construção obstrui a travessa e requisita que a SEURB realize o realinhamento e desobstrução da referida travessa, como se vê, diante de todo o histórico avaliado da situação, chegou ao mesmo resultado já proferido pela SEURB e por essa Promotoria. (pg. 16-19).

Importante ressaltar, o que se verá adiante, que essa Promotoria reuniu com a empresa interessada em 28 de MAIO de 2014, conforme ata em anexo, (pg. 20-21), encaminhando a partir de então, uma série de providências, que chegaram a seu termo, com a emissão de notificações para todos os envolvidos, em 09 de OUTUBRO de 2014, sobre a conclusão dessa Promotoria, no entanto, em meio ao curso de tais trâmites, consta a revalidação,  por parte do IPHAN, do Parecer nº 107/2013, de aprovação do projeto, via Parecer nº 085/2014, de 02 de SETEMBRO de 2014, ou seja, muito provavelmente, pela data de emissão do parecer, a tal revalidação não seguiu rigorosamente a decisão dessa Promotoria, nem tão pouco, a orientação do croqui final de alinhamento do terreno, oferecido pela SEURB, em que são determinados os devidos recuos da obra, sob pena de desobstrução pela própria SEURB. Não dispomos de informações de que a partir das referidas notificações, o IPHAN tenha alterado a sua avaliação ou que a FUMBEL tenha cancelado a sua aprovação para a correção do projeto ou mesmo que a SEURB tenha atendido a determinação dessa Promotoria, de desobstrução da via.

A seguir, detalhamos circunstancialmente, os fatos relativos ao problema em questão, organizados em duas partes. A primeira enfoca a documentação histórica e urbana da via como elemento importante da memória urbana, diga-se legalmente protegida nas instâncias municipal e federal, e a segunda congrega os acontecimentos que levaram à sua obstrução parcial, alterando seu traçado, portanto, descaracterizando o Centro Histórico da cidade.

I - QUANTO AO TRAÇADO URBANO DO CENTRO HISTÓRICO DA CIDADE DE BELÉM/PA E A VIA DENOMINADA HOJE TRAV. FÉLIX ROCQUE:

1.       As origens da cidade de Belém denotam que a atual Trav. Félix Rocque, uma das primeiras vias abertas perpendicular à Rua do Norte, atual Rua Siqueira Mendes, primeira rua da cidade, seguia de forma regular até o rio. O traçado urbano da cidade, a despeito das alterações em maior ou menor grau sofridas em seu acervo arquitetônico, constitutivo da imagem da cidade, tem em suas vias estreitas, uma lógica de ocupação que reflete seu crescimento e os terrenos alagadiços, então os principais empecilhos para sua expansão “natural”, os quais, gradativamente foram sendo superados, quer pelo aterramento dos terrenos pantanosos, quer pela implantação de outros pólos de referência que acabaram por integrar os diferentes núcleos urbanos, em geral, constituídos ao redor de Igrejas e Conventos estabelecidos pelas diversas missões religiosas que aqui se assentariam.

Figura 1: Manuscrito do Algemeen Rijksarchief, Haia, 1640, onde se observa a consolidação do bairro “Cidade”, atual Cidade Velha, o núcleo originário da cidade, incluindo a atual Trav. Felix Rocque, via que leva ao rio, perpendicular à então Rua do Norte, atual R. Siqueira Mendes.

2. Reflexo dessa trajetória, a delimitação do Centro Histórico de Belém (CHB), ainda em 1990, elegeria os núcleos da Cidade e Campina, os primeiros estabelecidos, como a área de preservação a ser protegida e regulamentada em regime específico, o que se daria posteriormente com a Lei Nº 7.709, de 18 de maio de 1994, ainda em vigor, apesar das adequações ocorridas com a aprovação do Plano Diretor do Município de Belém, Lei Nº 8.655, de 30 de julho de 2008, o qual, mesmo com novo zoneamento, ratificou os gabaritos dispostos em 1994 e as diretrizes e objetivos para o CHB e seu entorno. 

3. As cidades históricas são caracterizadas por apresentarem núcleos, por vezes chamados de sítios ou centros históricos, os quais por diversas razões são preservados da destruição e permanecem íntegros, ou parcialmente íntegros, com o seu traçado urbano e suas edificações originais ou aquelas que mesmo extemporâneas possam vir a integrar o acervo a preservar, ou mesmo aquelas ditas de renovação, as quais devem se adequar ao preexistente, e nunca o contrário. Nesse sentido, vale destacar que há duas categorias de imóveis em que estão classificadas as edificações em questão, conforme o Artigo 34 da Lei 7.709/1994, sendo a parte frontal histórica classificada como de Reconstituição Arquitetônica e a parte posterior de Renovação Arquitetônica.

4. Nesse contexto, Belém apresenta seu traçado urbano preservado desde suas origens e inscreve-se dentro do conjunto de cidades brasileiras, remanescentes do período colonial e imperial brasileiro.  Seu conjunto arquitetônico é formado por remanescentes especialmente dos séculos XVIII e XIX, e até mesmo exemplares do século XX, hoje já passíveis de preservação. 

5. Do traçado urbano, íntegro, caracteriza-se a ortogonalidade das vias estreitas, formado por pequenas quadras e reduzida altura de seus imóveis, a sua maioria civis, mas que também concentra os mais expressivos monumentos da arquitetura religiosa, administrativa e militar, cuja tipologia dominante confere à Belém uma forte conotação lusitana, que faz evocar em vários trechos de sua paisagem urbana, cidades portuguesas. 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

MESA REDONDA: Patrimônio Presente de Icoaraci.


O Movimento GRITA Icoaraci juntamente ao Coletivo Cultural Ideias aí, promovem debates sobre Patrimônio Cultural em Icoaraci e Batuque dia 08 de maio.

MESA REDONDA: PATRIMÔNIO PRESENTE.
Local: Escola Municipal Avertano Rocha, n 60. Próximo ao Chalé Tavares Cardoso.
Horário: 17h00 às 19h00.
Compondo a mesa estará: 
  • Giovanni Sarquis - IPHAN; 
  • Flávio Nassar - Fórum Landi; 
  • Bernardo Costa Jr - ASAPAM; 
  • Coletivo Cultural Ideias aí.
Após a Mesa teremos o:

BATUQUE PÉ REDONDO
Local: Feira artesanato da Orla do cruzeiro, com poesia, fotografia, arte , dança.
Horário: 19h00

A ARTE PELA CULTURA E MEMÓRIA DE ICOARACI.
ORGANIZAÇÃO:
Movimento Grita Icoaraci e Coletivo Cultural Ideias Aí.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

ATO PÚBLICO: Ativistas do Orla Livre fazem manifestação para denunciar obra na Félix Rocque.


Na orla de Belém, principalmente no bairro da Cidade Velha, ruas que dão acesso ao rio estão sendo obstruídas por instituições privadas. Esta foi a principal denúncia dos manifestantes que promoveram um ato público, na manhã de ontem, em defesa da travessa Félix Rocque, que está sendo afunilada em virtude de uma construção na esquina com a Rua Siqueira Mendes, de responsabilidade da Empresa de Praticagem Barra do Pará. O problema se repete em outros pontos, como a travessa Joaquim Távora, que foi fechada por um portão. 


Munidos com uma faixa que registrava “Esse rio é minha rua, essa rua é meu rio”, representantes de entidades como o Movimento Orla Livre, Fórum Landi, Associação dos Agentes de Patrimônio da Amazônia (ASAPAM) e outros parceiros denunciavam a apropriação privada de um espaço público. Dulce Rosa Rocque, presidente da Associação Cidade Velha - Cidade Viva, explica que o problema se arrasta desde o primeiro semestre de 2013 e o que o grupo exige a suspensão da obra, assim como a demolição da parte do prédio que invade a rua em cerca de 1,80 metro. “Os Ministérios Públicos Federal e Estadual já foram procurados, inclusive disseram que cabia ação civil pública, mas nada foi feito até agora”, criticou.


quinta-feira, 9 de abril de 2015

ATO PÚBLICO: Em defesa da Félix Rocque



ATO PÚBLICO EM DEFESA DA FÉLIX ROCQUE

DOMINGO: 12 DE ABRIL DE 2015
ESSE RIO É MINHA RUA E ESSA RUA É MEU RIO
CONCENTRAÇÃO ÀS 09h30 NA FRENTE DA IGREJA DO CARMO
VAMOS PRA RUA EM DEFESA DO NOSSO PATRIMÔNIO

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

CAPELA POMBO: Agora é oficial, a UFPA adquire oficialmente a histórica edificação.

Faixada da Capela Pombo
Imagem: Domingos Oliveira

Um das edificações mais conhecidas da zona comercial de Belém e que já estava por anos passando por um processo de deterioração, a Capela Pombo enfim foi vendida para Universidade Federal do Pará através de financiamento coletivo que conseguiu garantir a compra da edificação. A Capela estava sendo prejudicada pelo descaso dos antigos proprietários e passou pela ameaça de ser quase vendida para outros propósitos, o que seria uma grande perda para a história da nossa cidade.

As chaves da capela Pombo foram entregues durante reunião realizada no início da semana ao reitor da UFPA Carlos Maneschy, junto com um DVD com recortes de jornais a respeito da história do imóvel. O proprietário José Augusto Pombo, que decidiu colocar o imóvel à venda por não ter como mantê-lo, participou do encontro. O pró-reitor de Relações Internacionais da UFPA, professor Flávio Nassar, acompanhou as atividades.

A Capela, projetada pelo arquiteto Antônio Landi e construída em meados do século XVIII, localiza-se no bairro Comércio, em Belém. A partir de hoje, trata-se de uma propriedade da Universidade. A aquisição custou em torno de R$ 300 mil – verba, em parte, adquirida por meio de uma plataforma virtual de financiamento colaborativo, o crowdfunding, criado por iniciativa do professor Flávio Nassar, por meio do Projeto Fórum Landi, o qual coordena.


sábado, 8 de novembro de 2014

SPP 2014: Imagens do último dia (06/11) da Semana do Patrimônio Paraense 2014.


O último dia da Semana do Patrimônio Paraense 2014 teve inicio pela manhã do dia 06/11 com a Oficina "Saberes das Águas" ministradas pelas representantes do CEALMA, Renata Maués e Renata Silva. A Oficina inicio com uma passeio pelos arredores do Porto do Sal e sendo finalizada com um bate papo no auditório do Fórum Landi.






quinta-feira, 6 de novembro de 2014

SPP 2014: Imagens do segundo dia (05/11) da Semana do Patrimônio Paraense 2014


O segundo dia da Semana do Patrimônio Paraense 2014 iniciou na manhã do dia 05/11 no espaço do Fórum Landi com a Oficina de Percussão ministrada por Don Perna representante do Coletivo Casa Preta. 





No inicio da tarde no auditório do IPHAN houve a palestra "Tabus Alimentares na Amazônia" ministrada pelo Dr. Heraldo Maués (UFPA) onde foi abordado as questões envolvendo as superstições relacionadas aos alimentos e suas combinações e as questões culturais interligadas com esse tema na região amazônica.




terça-feira, 4 de novembro de 2014

SPP 2014: Imagens do primeiro dia (04/11) da Semana do Patrimônio Paraense 2014.


A Associação dos Agentes de Patrimônio da Amazônia - ASAPAM e o Centro de Estudos e Aplicações em Logística e Meio Ambiente - CEALMA  deram inicio a Semana do Patrimônio Paraense 2014. Ambas as instituições representadas por Bernardo Costa Jr. (Turismólogo/ASAPAM) e Renata Maués (Arte Educadora/CEALMA) deram as boas vinda a todos os participantes do evento. Cada um dos profissionais apresentou a sua respectiva instituição e de como se deu a parceria para organizar a SPP 2014.

Na palestra de abertura os nossos parceiros Tatiana Borges (IPHAN) e Flávio Nassar (Fórum Landi) que além de cederem os seus espaços físicos para abrigarem o evento deste ano, ainda falaram da importância dessa parceria pelo 4º ano consecutivo. Logo após tivemos a primeira palestra da SPP 2014 com Isaac Loureiro com o tema "Com nossas mãos conquistamos... - Memória das comunidades sobre o registro do Carimbó como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil" falando sobre o processo  de mobilização dos grupos de Carimbó do Estado do Pará e suas ações para que o Carimbó fosse registrado como Patrimônio Imaterial Brasileiro.

Na primeira mesa redonda do evento com a temática "Gestão Pública do Patrimônio e Ferramentas de Inovação" tivemos a participação de Tatiana Borges (IPHAN), Jorge Pina (FUMBEL) e Cláudio Alfonso (LabLivre) com mediação da Professora Edivânia Alves (FIBRA). A mesa teve como fio condutor as atuais politicas públicas para proteção do Patrimônio Cultural  e quais medidas adotadas por essas intuições públicas, além da utilização de ferramentas tecnológicas para facilitar o mapeamento desses bens culturais.


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

SPP 2014: Programação Preliminar


HORÁRIO
LOCAL
TERÇA - 04/11/2014
15h00
às
15h30
AUDITÓRIO
DO
IPHAN
CERIMÔNIA DE ABERTURA:
Verena Merícias (ASAPAM) e Renata Maués (CEALMA)
15h30
às
17h00
PALESTRA DE ABERTURA:
Tatiana Borges (IPHAN) e Flávio Nassar (Fórum Landi)
17h00
às
18h00
PALESTRA 1:
"Com nossas mãos conquistamos... - Memória das comunidades sobre o registro do Carimbó como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil"
MINISTRANTE: Issac Loureiro
18h00
às
20h00
MESA REDONDA: Gestão Pública do Patrimônio e Ferramentas de Inovação
CONVIDADOS:
Tatiana Borges (IPHAN)
Claudio Alfonso (Lab Livre/UFPA)
Representante do DPHAC/SECULT
MEDIADORA: Edivânia Alves (Escola de Governo)
HORÁRIO
LOCAL
QUARTA - 05/11/2014
09h00
às
12h00
FÓRUM LANDI
OFICINA DE PERCUSSÃO
MINISTRANTES: Coletivo Casa Preta
14h00
às
15h00
AUDITÓRIO DO IPHAN
PALESTRA 2:
Tabus Alimentares da Amazônia
MINISTRANTE: Dr. Heraldo Maués (UFPA)
15h00
às
18h00
COMUNICAÇÕES
18h00
às
20h00
MESA REDONDA: Oralidade: Afetividade e Saberes Tradicionais
CONVIDADOS:
Dona Cheirosinha (Ver-o-Peso)
Lilian Souza (Marujada de São Benedito)
Joelma Moraes (Associação de Moradores da Ilha de Paquetá)
MEDIADOR: Renata Maués (CEALMA)
HORÁRIO
LOCAL
QUINTA - 06/11/2014
09h00
às
12h00
FÓRUM LANDI
OFICINA "SABERES DAS ÁGUAS"
MINISTRANTES: Renata Maués e Renata Silva (CEALMA)
16h00
às
17h00
PALESTRA 3: Duas Faces da Morte: O Patrimônio Material e Imaterial do Cemitério da Soledade.
MINISTRANTE: Paula Rodrigues (IPHAN)
17h00
às
18h00
PALESTRA 4: O Patrimônio Cultural Paraense: uma visão interdisciplinar de fora para dentro.
MINISTRANTE: Dra. Renata de Godoy (PPGA-UFPA)
18h00
às
20h00
MESA REDONDA: Pluralidade Religiosa e Ancestralidade na Amazônia.
CONVIDADOS:
Dr. Heraldo Maués (UFPA)
Dra. Taissa Tavernard (UEPA)
MEDIADOR: Bernardo Costa Jr (ASAPAM)

LEMBRAMOS A TODOS QUE O EVENTO CERTIFICA OS PARTICIPANTES.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

SPP 2014: Semana do Patrimônio Paraense


O Dia do Patrimônio Histórico e Cultural do Estado do Pará é comemorado em 5 de novembro. Foi sancionado pelo governo estadual, por intermédio da Lei de n° 7. 515, de 28 de abril de 2011, que tem por objetivo incluir no calendário paraense esta data para lembrar a importância da valorização do patrimônio local e da promoção de ações de conscientização da população sobre a relevância dos símbolos culturais e imateriais do nosso Estado.

Visando esta valorização, a Associação dos Agentes de Patrimônio da Amazônia e o Centro de Estudos e Aplicações em Logística e Meio Ambiente, em parceria com IPHAN, Fórum Landi, Casa Preta, Museu Paraense Emílio Goeldi e com alunos do curso de pós-graduação em Educação Patrimonial da FIBRA, promoverão entre os dias 4 e 6 de novembro de 2014 a Semana do Patrimônio Paraense.

Para celebrar a data vamos realizar pelo quarto ano consecutivo, uma intensa programação de mesas-redondas, palestras e oficinas, além de apresentações de trabalhos desenvolvidos nas áreas do patrimônio cultural, artístico e social, por profissionais e estudantes dos diversos campos do conhecimento que dialogam com a temática escolhida para esta semana: "Abrindo Vertentes Multirregionais: gestão, ancestralidade e saberes tradicionais".

O evento pretende fomentar o debate sobre a importância do exercício da cidadania participativa para a preservação, difusão e defesa do patrimônio cultural paraense, bem como apontar uma rede de iniciativas que promovam atitudes de conservação e salvaguarda de nossas vertentes   regionais e cultura tradicional.

terça-feira, 11 de junho de 2013

CURSO: UFPA abre inscrições para curso de patrimônio histórico na Itália.

A Universidade Federal do Pará (UFPA) abriu inscrições para curso de Conservação, recuperação e valorização do Patrimônio Histórico – Arquitetônico e Paisagístico, a ser realizado na Itália. O curso é uma parceria com o Fórum Landi e Universidade de Florença.

A iniciativa irá privilegiar as áreas de arquitetura, conservação dos bens culturais, engenharia civil e das construções, planejamento territorial, ambiental e urbanismo. O principal objetivo é a formação de novos profissionais na área do projeto para a conservação, recuperação e valorização do patrimônio histórico–arquitetônico e paisagístico, com particular atenção às políticas de valorização dos bens culturais, que estão surgindo nos últimos anos, no Brasil, e dos recentes interesses sobre os aspectos energéticos e a sustentabilidade tecnológica
.

As inscrições devem ser feitas por meio do preenchimento do formulário de candidatura à seleção para a admissão ao curso, que deverá conter: generalidades completas do candidato; indicação de residência; certificado relativo ao diploma possuído e possível pedido para frequentar o pré-curso de língua italiana.

O formulário deve estar endereçado ao reitor, preenchido no modelo especial – disponível no endereço web da Universidade de Florença e enviado até o dia 30 de julho. Para alunos de graduação, ainda no ato da inscrição, é necessário que o candidato já tenha integralizado 50% dos créditos obrigatórios previstos em seu curso.

Vagas
O curso possui o limite de 30 vagas, sendo 15 delas destinadas ao público interno da UFPA e 15 para o público das demais instituições. Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas disponíveis, será realizada uma seleção por uma Comissão especial e o resultado será informado posteriormente.

Duração
O curso vai durar duas semanas, com o início marcado para o dia 16 de setembro de 2013, e mais uma semana optativa de pré-curso de língua italiana, com início no dia 8 de setembro.

Parceria
Para a assessora da Prointer, professora Leila Assef, o curso irá proporcionar mais compartilhamento de conhecimento entre as universidades. “Essa é uma iniciativa muito bem-vinda, porque a Universidade de Florença já possui um conhecimento grande da área e, agora, estará compartilhando com os alunos e professores da UFPA. Então, é mais uma oportunidade de internacionalizar o conhecimento produzido aqui e, com certeza, aproveitar a experiência da Europa”, conclui a professora.

Fonte: G1 Pará.